Chegando em Bangkok

Chegando em Bangkok

@ Por Patrícia, Cultura, Viagens

Falar de Bangkok é fácil, mas, ao mesmo tempo, difícil, pois é uma cidade de múltiplas facetas. Bangkok de templos lindíssimos, de grande religiosidade, mas, também, Bangkok de caos,  de noites agitadas e de engarrafamentos quilométricos.

O caminho do aeroporto até o centro de BKK é longo, mas muito interessante. Através dele, temos os primeiros contatos com aquela cidade tão enigmática. Uma cidade onde a religiosidade se mistura tão bem com a homossexualidade e a transexualidade. Onde, apesar da pobreza, a violência não impressiona. A riqueza e a pobreza estão ali, lado a lado, indissociáveis. Pelas ruas, mercados e restaurantes, quase a cada esquina (e olhe que BKK é enorme!). Só estando lá pra entender a lógica daquela cidade que tanto me encantou.

Ficamos hospedados do outro lado do Chao Praya River (a pronúncia, para nós, é fácil: “tchau praia”), que, na verdade, não é mais Bangkok, mas uma antiga capital da Tailândia, cujo nome não me recordo agora. O acesso à Bangkok propriamente dita é super fácil e pode ser feito de carro (só atravessar a ponte) ou pelo serviço de barco disponibilizado pelo nosso hotel, o The Peninsula Bangkok.

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Phi Phi

Phi Phi

@ Por Patrícia, Viagens

No nosso quarto dia nas ilhas da Tailândia, partimos rumo à Phi Phi Island. Como eu disse no post anterior, acabamos fechando o passeio e o transfer para Phi Phi por uma agência que ficava em Railay Beach, ao invés de fecharmos pelo próprio hotel, o Rayavadee. Isso porquê os preços do hotel eram/são impraticáveis se comparados aos preços das agências que fazem esse serviço por fora. Lembrando que não nos locomovemos de long tail boat por lá – aqueles barcos de madeira, compridos, parecidos com as gôndolas, só que de motor – porque, além de demorar muito mais, eu enjôo e sou medrosa. Então, tanto os passeios, como o transfer de Railay Beach para Phi Phi, foram de speed boat. A viagem durou cerca de 50 minutos até o nosso hotel, o Zeavola.

Gente, aqui eu começo, salvo engano, a primeira reclamação de toda a (curta) história desse blog: o Zeavola. Tanto nas dezenas de blogs que pesquisei, como no booking.com, hoteis.com e tripadvisor, o Zeavola era tido como o melhor hotel da região de Phi Phi, sem exceção. Mas a nossa experiência por lá não foi das melhores. Éramos três casais e todos tivemos a mesmíssima opinião, principalmente, levando em consideração que tínhamos vindo do melhor hotel de todos (já tô repetitiva, né? mas é verdade, rs). Os quartos eram ok, a água do banheiro era salgada, a piscina era ruim (pequeníssima e sem bar :O) e o serviço era péssimo. A localização também não era das melhores, já que para irmos à Phi Phi Town tínhamos que ir de speed boat ou long tail boat. O que acabou inviabilizando a nossa ida à cidade à noite, pois tínhamos medo de enfrentar o mar, embora relativamente calmo, naquela escuridão. O ponto forte do hotel? A comida, essa sim, maravilhosa! Não vou ser injusta, né?

No dia seguinte fizemos um passeio de speed boat, mas, dessa vez, pelas ilhas de Phi Phi Island: Maya Bay, Viking Cave, Bamboo Island e Mosquito Island. Não fomos à Yong Ka Sen Bay (Praia dos Macacos), pois a maré estava cheia e eles estariam escondidos (uma pena!). E, mais uma vez, fechamos o passeio por fora do hotel, com um barqueiro, ali mesmo, na beira da praia, na noite anterior. Tivemos um medinho se, realmente, o barqueiro estaria lá na hora marcada do dia seguinte (as 6h da manhã), mas deu tudo certo: ele estava, pontualmente, lá. Nós é que nos atrasamos um tiquinho. E lá vamos nós…!

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Krabi – Passeio à Hong Island

Krabi – Passeio à Hong Island

@ Por Patrícia, Viagens

No segundo dia em Krabi fizemos um passeio a umas ilhas próximas a Railay Beach. Tínhamos pensado em fazer o passeio do próprio do Rayavadee, mas comparando com os preços das agências que ficavam ali na praia acabamos achando inviável o valor, embora, claro, com mais conforto e comodidade.

Fomos a noite até a vilinha de Railay Beach, Walking Street, e entramos na primeira agência que vimos. Na mesma hora escolhemos o passeio que faríamos e fechamos pra manhã do dia seguinte. O passeio foi de speed boat, privado, de 4 horas de duração e tinha como destino Hong Island. Pedimos pro barqueiro levar um isopor com muito gelo e passamos em um barzinho antes pra comprar umas cervejas. Foi maravilhoso! As ilhas são lindas, os banhos maravilhosos, a música boa (sim, levamos uma caixinha de som) e a turma muito animada. Não tinha como ser ruim. Eles – o barqueiro e o ajudante – muito caprichosos, serviram um prato de frutas fresquinhas cortadas na hora pra gente. Fora isso, estava incluso no passeio água e refrigerante.

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Krabi – Tailândia

Krabi – Tailândia

@ Por Patrícia, Viagens

Acredito que a Tailândia seja um sonho pra muita gente. E, pra mim, não foi diferente. Quem nunca ficou se imaginando colocando os pés naquele lugar? Visitando aqueles templos lindíssimos, andando de elefante, mergulhando naquele mar de cor verde cristalina? A Tailândia é, realmente, um sonho. E, apesar de todas as melhores e maiores expectativas, ela não nos decepciona. É tudo aquilo que imaginamos, mesmo.

Mas vamos começar do começo? 😀 Chegamos na Tailândia via Hong Kong – Bangkok. Mas lá não ficamos, ainda. De Bangkok pegamos um vôo curto pra Krabi, uma província da Tailândia, onde ficam localizadas lindas praias e o melhor hotel da vida, o Rayavadee (falarei já sobre ele). Já no aeroporto, fomos recepcionados por uma pessoa (muito simpática, por sinal) do hotel. De lá, seguimos em uma viagem de 25 minutos em uma topic particular, com água e toalhinhas geladas pra refrescar e segurar um pouco o calor, em direcao ao píer, onde pegaríamos um barco – também do hotel – em direção à Nammao Beach, uma das praias onde fica localizado o hotel e onde os barcos atracam na chegada, em mais uma viagem de 20 minutinhos. A viagem de barco é liiinda e  super tranquila (eu e o Alcimor já passamos um perrengue nas Maldivas – informação para um post futuro, rs).

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Algarve

Algarve

@ Por Patrícia, Gastronomia, Viagens

Quem acompanhou os últimos posts sabe que nós acabamos de voltar de uma viagem por Portugal. Dessa vez, exploramos uma região que até então não conhecíamos e tínhamos muuuita vontade de conhecer. Sempre ouvia falar do verão do Algarve através dos meus primos portugueses, pois ano sim e outro também, eles rumam, todo mês de agosto, para o sul do país.

O Algarve é super difícil de entender. Eu, pelo menos, entrei em vários blogs e sites de viagens pra tentar identificar os melhores lugares pra se hospedar, pra sair, as melhores praias pra conhecer etc. Isso porque o Algarve não é uma cidade, mas uma região. Uma região com quase 200km de praia, sendo, portanto, a região turística mais importante de Portugal, seja pelo seu clima, caracterizado por invernos curtos e amenos e verões longos, pela sua linda paisagem natural, pelo patrimônio histórico ou pela excelente culinária.

Então, onde ficar? Faro, Albufeira, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Vilamoura, Vale do Lobo ou Quinta do Lago? Cada blog se fala uma coisa, claro, pois cada um tem sua opinião e gosto pessoais, não é verdade? Por esse motivo, li e reli, muitas vezes, tudo o que se falava sobre a região. Perturbei muito a minha prima portuguesa, Andrea, via áudios no whatsapp pra ela tentar me ajudar nessa “difícil” tarefa de escolher pra onde iríamos. A verdade é que em nenhum blog de viagens eu achei o que eu queria ler, algo que me fizesse realmente entender a logística do lugar. Até porque de todos esses cantos que falei acima, ainda há outra subdivisão, pois eles possuem as suas próprias praias. Estão conseguindo entender o motivo do meu “desespero”? Eu sempre quero ficar no melhor lugar e não me dou o direito de errar na escolha.

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O agito de Lisboa

O agito de Lisboa

@ Por Patrícia, Gastronomia, Viagens, Vinhos

Lisboa foi o último destino da nossa última viagem à Espanha e Portugal, como já contei por aqui pra vocês. O que nem todo mundo sabe (embora tenha na minha bio aqui do ladinho ->) é que eu tenho um vínculo muito forte com Portugal, pois eu nasci no Porto, cidade no norte do país. Além de ter familiares por lá, o Alcimor, meu esposo, faz doutoramento – como eles chamam – na Universidade de Coimbra. Então, vira e mexe estamos pela terrinha.

Hoje vou deixar algumas dicas da nossa última experiência por Lisboa, que é sempre surpreendentemente maravilhosa. Sou super suspeita para falar daquela cidade, que, na minha opinião, além de belíssima, é cheia de um estilo e característica próprios, com um astral super leve, apesar de ser uma grande cidade.

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O melhor vinho do mundo

O melhor vinho do mundo

@ Por Alcimor, Cultura, Vinhos

O melhor vinho do mundo é aquele que preenche o nosso momento e nos proporciona um prazer tal na circunstância na qual ele é tomado que não nos deixa desejoso de nenhum outro. Simples assim. Se estou tomando, por exemplo, um “simples” vinho verde português, um Quinta de Curvos Superior – de 8 euros a garrafa – na piscina, acompanhando frutos do mar e rodeado de amigos conversando e rindo, ele é o melhor vinho do mundo para aquele momento. Se não me faz falta estar bebendo um Ramonet Bienvenue Batart Montrachet (um sensacional branco da Terra Santa do vinho, a Borgonha) ao custo de meros 2.000 reais a garrafa, o Quinta de Curvos é o melhor vinho do mundo para o meu momento porque preencheu o espaço do meu prazer sem me fazer ter saudades do Montrachet. Isso não quer dizer que o melhor vinho será sempre aquele que se está a tomar agora (num paralelo barato com aquela máxima segunda a qual a pior dor que se pode sentir é aquela do momento). Não! Não são poucas as ocasiões em que estamos a beber um vinho e com saudades de um outro – o que só acontece porque o primeiro não cumpriu a sua função de preencher, a contento, nosso espaço espiritual dedicado à Baco. Ontem mesmo não tomei “o melhor vinho do mundo”: bebi um (só) bom Saint Emilion 2010 – não podem pôr a culpa na safra, já que 10 é sensacional para Bordeaux! -, o Chateau d´Arthus. Senti uma grande saudade de um vinho de preço equivalente e daquela mesma região – só assim para fazer uma comparação justa! – o Chateau Laforge. Com essas considerações eu concluo que não se pode falar em “O” melhor vinho do mundo. Isso não existe por inúmeras razões: a subjetividade do gosto; a incomparabilidade entre vinhos de regiões, uvas e preços distintos etc.. Os melhores vinhos do mundo são infinitos.

Restaurantes em Madrid

Restaurantes em Madrid

@ Por Patrícia, Gastronomia, Viagens, Vinhos

A dica de Madrid vai ficar por conta de dois restaurantes maravilhosos que conheci nessa minha última passagem pela cidade. Pensando sobre o que escrever, concluí que Madrid foi a única cidade, até agora, que não fui mais de uma vez em um restaurante, pois tenho o hábito de, sempre, retornar: o ambiente se torna familiar e a comida com um toque de nostalgia.

No primeiro dia fomos almoçar em um restaurante que, pesquisando no TripAdvisor, tinha tudo a ver com o que queríamos: estava pertinho do nosso hotel, numa região super gostosa, com mesas na calçada e famoso por servir as melhores paellas da cidade. Vamos ou Bora?

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Roteiro Andaluzia

Roteiro Andaluzia

@ Por Patrícia, Viagens

Como falei nos posts anteriores, acabamos de voltar de uma viagem pela região de Andaluzia, na Espanha. Aqui vou deixar algumas dicas do roteiro que fizemos.

Tínhamos, inicialmente (digo inicialmente pois perdemos o vôo e acabamos passando mais 05 dias, dos quais aproveitamos para conhecer a região do Algarve, em Portugal – assunto para outro post), 09 dias de viagem. Saímos de Fortaleza apenas com dois destinos certos: Sevilha, o qual passaríamos 02 dias e 01 noite; e Marbella, que teríamos 03 dias inteiros. Ou seja, estavam sobrando 04 dias, em que decidiríamos por lá pra onde ir e o que fazer (e como eu amo essas viagens despretensiosas!).

Chegamos em Sevilha através do vôo Fortaleza – Lisboa – Sevilha. A viagem de Lisboa pra Sevilha foi feita pela TAP em um vôo rápido e tranquilo. No aeroporto mesmo alugamos um carro e aqui vai uma super dica: sempre antes de fechar no balcão da empresa, acessamos os sites rentalcars.com e priceline.com, pois eles quase sempre têm um preço melhor do que o ofertado ali no balcão.

De carro alugado, seguimos para o nosso hotel, que já até citei aqui, o Gran Meliá Colón. Passamos 02 dias em Sevilha e seguimos de carro para Marbella, na chamada Costa del Sol, também pela região da Andaluzia. Os 03 dias em Marbella foram INCRÍVEIS! Saí de lá super resistente, pois, por mim, teria ficado lá todos os dias da viagem. Mas, como estávamos em grupo, que vença a maioria.

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Marbella

Marbella

@ Por Patrícia, Gastronomia, Viagens

Chegamos em Marbella de carro vindo de Sevilha. A primeira impressão foi a melhor possível: a cidade é linda, ensolarada, arborizada e super astral, a cara do verão. Muitas vezes tivemos a impressão de estar em alguma cidade americana, com avenidas largas e centros comerciais recuados. Mas essa é só uma das várias vertentes de Marbella. Por lá tem também lindas praias, ótimos restaurantes, dezenas de beach clubs, um centro histórico encantador e uma marina pra lá de badalada.

De início, achamos que poderia ser muito tempo 03 a 04 dias por lá, mas, de boa, não fizemos metade do que eu gostaria. Eu passaria uma semana curtindo Marbella, numa boa.

Nas minhas pesquisas me atrapalhei um pouco para entender a logística de lá. Onde ficar? Em Marbella ou em Puerto Banús? No centro histórico ou na praia? Na verdade, na verdade, onde eu queria ter me hospedado estava inviável de caro, que é o famoso e incrível Marbella Club Hotel. Continuando… depois de muito fuçar o queridinho booking.com, achei um hotel com um ótimo custo-benefício e que tinha bem a nossa cara, o Amare Marbella Beach Hotel. O hotel fica à beira do mar, apenas para adultos, com uma piscina super agradável, com um bar/restaurante e espreguiçadeiras privativas ali mesmo na areia.

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