Falar de Bangkok é fácil, mas, ao mesmo tempo, difícil, pois é uma cidade de múltiplas facetas. Bangkok de templos lindíssimos, de grande religiosidade, mas, também, Bangkok de caos,  de noites agitadas e de engarrafamentos quilométricos.

O caminho do aeroporto até o centro de BKK é longo, mas muito interessante. Através dele, temos os primeiros contatos com aquela cidade tão enigmática. Uma cidade onde a religiosidade se mistura tão bem com a homossexualidade e a transexualidade. Onde, apesar da pobreza, a violência não impressiona. A riqueza e a pobreza estão ali, lado a lado, indissociáveis. Pelas ruas, mercados e restaurantes, quase a cada esquina (e olhe que BKK é enorme!). Só estando lá pra entender a lógica daquela cidade que tanto me encantou.

Ficamos hospedados do outro lado do Chao Praya River (a pronúncia, para nós, é fácil: “tchau praia”), que, na verdade, não é mais Bangkok, mas uma antiga capital da Tailândia, cujo nome não me recordo agora. O acesso à Bangkok propriamente dita é super fácil e pode ser feito de carro (só atravessar a ponte) ou pelo serviço de barco disponibilizado pelo nosso hotel, o The Peninsula Bangkok.

O The Peninsula Bangkok está avaliado no booking como o melhor hotel da cidade e não é à toa. As instalações são maravilhosas com quartos e banheiros amplos, 4 ou 5 opções de restaurantes, um bar maravilhoso à beira do rio, uma piscina linda e super agradável e um serviço impecável. Assim que chegamos fomos surpreendidos pelo melhor serviço de check-in do mundo: fomos recepcionados na limusine do hotel no aeroporto (o carro tinha wi-fi, o que é de suma importância porque, como disse, os engarrafamentos de Bangkok são gigantescos) e ao chegarmos no hotel fomos levados do carro direto para a nossa suíte, onde, de lá, realizamos o check-in com todo o conforto do mundo. Maravilhoso, não? Uma mão na roda pra quem está cansado de tantos voos.

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A piscina com vista para o Chao Phraya River. É preciso reservar as espreguiçadeiras tamanha a procura.
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Restaurante de comida tailandesa – uma das várias opções do hotel
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River Bar
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Suíte com vista para o Chao Phraya

 

A cozinha do hotel é outro ponto alto. Não somos muito adeptos ao serviço de buffet para almoço e jantar, mas chegamos tão cansados e com tanta fome, que não pensamos duas vezes: vamos experimentar! E a experiência foi maravilhosa. O buffet tinha uma variedade enoooorme de comidas e tudo simplesmente delicioso. Enchemos o bucho, rs.

De barriga cheia, pegamos o barquinho do hotel para o outro lado do rio para darmos uma passadinha no Sirocco, um restaurante/bar super famoso de BKK, cenário do filme “Se beber, não case 2″. De onde o barquinho nos deixou até o Sirocco foi um chãozinho, confesso que ele parecia mais perto visto de longe (o prédio onde ele está localizado é um dos mais altos de Bangkok). Chegamos ao Sirocco e fomos para a parte do Sky Bar. Muita gente já tinha me alertado sobre o vento que fazia lá e até então eu não tinha entendido tamanho alarde, pois onde nós estávamos estava bem tranquilo. Entretanto, eu ainda não tinha visto aquela parte arredondada super conhecida do Sirocco e chamei o Alcimor pra dar uma voltinha para conhecermos o outro lado. Meu Deus! Não vale a pena jantar ali, minha gente. Eu tava com medo de sair voando de tanto vento que fazia. Chega a incomodar. Então minha dica é a seguinte: vá lá, tome um drink no bar, conheça a área do restaurante, bata umas fotos e tchau. Mas, se mesmo assim, você resolver jantar por lá, vá preparado: o restaurante é bem caro.

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Vista do Sirocco
A disputa por uma foto ali é grande
A disputa por uma foto é grande

 

Para o post não ficar muito extenso e, por consequência, cansativo, no próximo vou contar sobre o serviço de guia que fechamos para dois dos três dias que passamos em BKK e sobre o outro restaurante que fomos, no mesmo estilo do Sirocco, o Vertigo. Voltem aqui pra conferir! 🙂

 

 

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