Como tínhamos uma passagem mais folgada por Hong Kong, conseguimos fazer quase tudo que havíamos planejado sem muita pressa, o que me permitiu, ainda, ir, todos os dias pela manhã, pra academia (maravilhosa, por sinal) do Hotel Icon (e como eu me sinto bem começar o dia em uma viagem fazendo exercício… posso comer e beber sem peso na consciência).

Continuando….  Acordamos cedo, tomamos um baita café-da-manhã e corremos pro Concierge do Hotel para pegarmos algumas informações sobre os passeios. Eu já havia separado tudo que eu queria conhecer em Hong Kong, mas, às vezes, ficamos um pouco perdidos em como casar os passeios, por onde começar, o que pode ser feito no mesmo dia, enfim. Aqui pretendo deixar tudo mastigadinho para evitar surpresas desagradáveis.

Uma pausa pra falar do café-da-manhã do Hotel Icon: in-crí-vel. Tem simplesmente tudo o que você imaginar, desde uma padaria com uma enorme variedade de pães até pratos que mais se assemelham a um almoço. Sem contar nas opções de Dim Sum, que até então eu só havia ouvido/visto falar nas minhas pesquisas. Dim Sum são pequenas porções de pasteizinhos cozidos no vapor ou fritos, dos mais variados recheios. Na tradução, significa “tocar o coração”, e como tocou o meu! <3

Continuando (de novo)… O rapaz do concierge nos passou as opções de passeios dentro dos quais eu havia planejado conhecer. Dentre elas, resolvemos fechar o tour para o local que eu considerava de mais difícil acesso, levando em consideração que o meio mais comum de transporte até lá estava sem funcionar: o teleférico. Já tinha pesquisado sobre como chegar à Ilha de Lantau, maior extensão territorial do “país”, onde estão algumas das grandes atrações de HK, dentre elas o famoso Big Buddha. Uma viagem linda de cerca de 30 minutos de teleférico, com saída da Estação Ngong Ping 360, com algumas opções de cabines diferenciadas (e preços também). Como tudo acontece na minha vez, ela estava fechada o mês inteiro para manutenção… ok! Quem quiser fechar antecipadamente a viagem de teleférico: www.np360.com.hk

Resolvemos, então, pagar um tour que não era privado, mas acabou se tornando, pois só havíamos nós dois. Fomos de um ônibus até um certo local, distante cerca de 20 min do nosso hotel e lá trocamos de ônibus (e de guia) para seguirmos em direção à Ilha de Lantau. Por que? Porque só podem entrar na parte daquele território carros e ônibus da região. Os veículos vindos de Kowloon ou da Ilha de Hong Kong ficam de fora.

Enfim, depois de uma viagem de 40 minutos, chegamos ao Big Buddha. E bote big nisso! O Grande Buda tem 34 metros de altura e é considerada a maior estátua do Buda sentado ao ar livre da Ásia. Lá de cima, avistamos o Po Lin Monastery, o maior templo budista de Hong Kong. Descemos uma longa escadaria e fomos conhecer mais de perto o monastério. Infelizmente, não é permitido tirar fotos lá dentro. A beleza dos detalhes fica guardada “apenas” no coração.

Big Buddha
Big Buddha

 

Estátuas em torno do Big Buddha
Estátuas em torno do Big Buddha

 

Monastério Po Lin
Monastério Po Lin visto do Big Buddha
Escadaria de acesso ao Big Buddha
Escadaria de acesso ao Big Buddha

 

Po Lin Monastery
Po Lin Monastery

 

Na volta, uma parada, ali pertinho, no Tai O Village. Uma vila de pescadores, muuuito simples, construída, bem dizer, em cima d`água. O passeio é tranquilo e super enriquecedor. O nosso guia foi morador dali e conhecia apenas toda aquela gente. Incrível, parece uma vila perdida no meio de Hong Kong, parada no tempo. Indicamos!

Tai O Village
Tai O Village
Várias lojinhas vendendo peixes frescos e secos
Várias lojinhas vendendo peixes frescos e secos

Dali, nosso guia nos deixou na estação de Ferry para onde fomos até a Ilha de Hong Kong. Ao chegar em HK, temos que nos dirigir ao Pier 7, de onde sai os ferrys paro o bairro de Tsim Sha Tsui, na ilha de Koowlon, onde estávamos hospedados.

 

 

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