O vinho não é chave para acessar apenas a porta dos prazeres. Para além do aspecto hedonista (jamais diria “meramente” hedonista, pois isso não é, em si, pouco!), para além deste seu aspecto hedonista, o vinho funciona como chave para as portas da cultura e da história. E há mais: é desafio para os sentidos – que podem ser contemplados pelo já mencionado hedonismo – oferecendo grandes oportunidades para que procedamos à um esforço intelectual de decifre de suas características organolépticas, vinculando-as com as técnicas utilizadas em sua produção e com as circunstâncias históricas e geográficas de onde provém. Por tudo isso é que imagino encaixar-se, o tema “vinho”, perfeitamente, no contexto dos compartilhamentos de experiências a que procederemos neste espaço. In vino veritas.

paty

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