Planejar: “Ato ou efeito de prever, antecipar, ou vislumbrar algo que ainda não aconteceu; preparar; projetar.”

Para mim, a viagem começa por aqui. É bem verdade que, em alguns casos, não há tempo para o planejamento, são aquelas “pei e bufo”, decididas de última hora. Acontece que, na esmagadora maioria das vezes, eu  e o Alcimor gostamos – e muito – de planejar e de nos planejar.

Aqui entra a questão do que conhecer, a quantidade de dias, o quanto se pretende gastar, quais as melhores opções de vôos, o hotel com o melhor custo/benefício, os restaurantes que nos proporcionarão “a” experiência e por que não os looks (pra mim, uma das melhores partes)?

“Perdemos” (ou investimos?) horas e horas pesquisando os detalhe e as histórias de cada lugar. Traçamos rotas e caminhos na tentativa de conhecer mais um cantinho possível desse mundão. Mas nada que comprometa um lugar ou outro, afinal, mais do que conhecer os pontos turísticos de cada cidade, gostamos de nos perder por ela, “like a local”.

Entretanto, as experiências proporcionadas por uma viagem são quase sempre mais fantásticas do que aquelas projetadas por nós. Digo isso não só no sentido visual, mas, principalmente, nas sensações que ela é capaz de despertar. E, pra mim, aqui reside o maior encanto de toda e qualquer viagem: as sensações. Jamais alguém voltará a mesma pessoa que era antes de uma viagem; sempre voltamos diferente do que fomos. E como isso é maravilhoso! Reciclar. Reciclar conhecimento, pensamentos e “achismos”. Conhecemos não só novos lugares, pessoas e culturas – o que, por si só, já seria maravilhoso – mas conhecemos algo dentro de nós que ainda não conhecíamos, ou, pelo menos, não havíamos desenvolvido.

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