Restaurantes em Madrid

Restaurantes em Madrid

@ Por Patrícia, Gastronomia, Viagens, Vinhos

A dica de Madrid vai ficar por conta de dois restaurantes maravilhosos que conheci nessa minha última passagem pela cidade. Pensando sobre o que escrever, concluí que Madrid foi a única cidade, até agora, que não fui mais de uma vez em um restaurante, pois tenho o hábito de, sempre, retornar: o ambiente se torna familiar e a comida com um toque de nostalgia.

No primeiro dia fomos almoçar em um restaurante que, pesquisando no TripAdvisor, tinha tudo a ver com o que queríamos: estava pertinho do nosso hotel, numa região super gostosa, com mesas na calçada e famoso por servir as melhores paellas da cidade. Vamos ou Bora?

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Roteiro Andaluzia

Roteiro Andaluzia

@ Por Patrícia, Viagens

Como falei nos posts anteriores, acabamos de voltar de uma viagem pela região de Andaluzia, na Espanha. Aqui vou deixar algumas dicas do roteiro que fizemos.

Tínhamos, inicialmente (digo inicialmente pois perdemos o vôo e acabamos passando mais 05 dias, dos quais aproveitamos para conhecer a região do Algarve, em Portugal – assunto para outro post), 09 dias de viagem. Saímos de Fortaleza apenas com dois destinos certos: Sevilha, o qual passaríamos 02 dias e 01 noite; e Marbella, que teríamos 03 dias inteiros. Ou seja, estavam sobrando 04 dias, em que decidiríamos por lá pra onde ir e o que fazer (e como eu amo essas viagens despretensiosas!).

Chegamos em Sevilha através do vôo Fortaleza – Lisboa – Sevilha. A viagem de Lisboa pra Sevilha foi feita pela TAP em um vôo rápido e tranquilo. No aeroporto mesmo alugamos um carro e aqui vai uma super dica: sempre antes de fechar no balcão da empresa, acessamos os sites rentalcars.com e priceline.com, pois eles quase sempre têm um preço melhor do que o ofertado ali no balcão.

De carro alugado, seguimos para o nosso hotel, que já até citei aqui, o Gran Meliá Colón. Passamos 02 dias em Sevilha e seguimos de carro para Marbella, na chamada Costa del Sol, também pela região da Andaluzia. Os 03 dias em Marbella foram INCRÍVEIS! Saí de lá super resistente, pois, por mim, teria ficado lá todos os dias da viagem. Mas, como estávamos em grupo, que vença a maioria.

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Bate-volta para Macau

Bate-volta para Macau

@ Por Patrícia, Cultura, Viagens

Separamos o nosso último dia em Hong Kong para fazer um bate-volta a Macau. Hong Kong e Macau são regiões administrativas vizinhas no sul da China. Nas minhas pesquisas anteriores à viagem, eu tinha visto que um dia inteiro na cidade seria suficiente. Francamente, pra mim, não foi. Teria passado dois dias e uma noite tranquilamente. A cidade é um misto de sentimentos e sensações. É a China misturada com o meu gostoso Portugal. São os feios letreiros luminosos chineses perdidos dentre às ruas de calçadas portuguesas.

Saímos de Hong Kong com destino à Macau, através do China Terminal, pois estávamos hospedados em Kowloon. Pra quem está em Hong Kong, os ferrys saem do Hong Kong Macau Ferry Terminal. Não esqueçam dos passaportes, pois estarão entrando em outro “país”. A viagem é curta, cerca de 01 horinha de viagem. Entretanto, tem um porém: tanto na viagem de ida, como na volta, passamos, além do tempo de viagem, mais duas horas dentro do ferry à espera de um píer vago para o ferry atracar. Ou seja, além de termos passado 02 horas (isso mesmo!), em cada viagem, sem fazer nada dentro do barco, ainda perdemos, no mínimo duas horas do nosso dia para conhecermos a cidade. Um saco! Enfim..

Ah, Macau! Eu amei e super indico uma passagem mais demorada por lá. Além do centro histórico com 25 pontos tombados pela UNESCO, ainda tem toda a “beleza” da China e a sofisticação da parte dos Cassinos. Como não tínhamos muito tempo por lá (acrescentado ao fato de termos perdido algumas horinhas dentro do ferry), não conseguimos visitar todos os 25 pontos, mas amamos todos os que tivemos a oportunidade de conhecer. Aqui vão alguns:

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Hong Kong

Hong Kong

@ Por Patrícia, Cultura, Viagens

Confesso que Hong Kong nunca esteve entre o leque de cidades em que eu tinha uma grande vontade de conhecer. Ainda haviam (e há!) muitos outros locais que, para mim, seriam mais interessantes, entretanto, com os planos da viagem para a Ásia tomando forma, Hong Kong foi se tornando uma possibilidade cada vez mais real.

Hoje não faço uma viagem sequer sem passar um pente fino em diversos blogs de viagem e pegar dicas com amigos, acho que nos ajuda – e muito – a não cair em várias “armadilhas” (como eu e o Alcimor costumamos brincar: “todo castigo pra turista é pouco”, rs). E assim foi feito. Pesquisei muito sobre Hong Hong, sua história, cultura, gastronomia e pontos turísticos. Comecei a me empolgar.

Hong Kong é uma das duas regiões administrativas especiais da República Popular da China, a outra é Macau (dedicarei um post a Macau posteriormente). HK é conhecida pelos seus enormes arranha-céus e como uma das áreas mais densamente povoadas do mundo, com uma população de 7 milhões de habitantes. Muitas vezes descrita como o lugar onde o “Oriente encontra o Ocidente”, Hong Kong segue o princípio de “um país, dois sistemas”, já que, como dito, é uma região administrativa especial. A maior parte do território de desenvolvimento urbano da ilha de HK consiste na Península de Kowloon, onde ficamos hospedados.

Chegar a noite em HK faz toda a diferença. Prédios altíssimos e iluminados, letreiros luminosos espalhados pela cidade, muita gente na rua e MUITAS (em caps lock) lojas de grife foram as coisas que, de imediato, mais me chamaram a atenção. No início estranhei, confesso, os prédios, muitos deles bastante velhos, o formato das lojas e os seus anúncios, as barraquinhas de comida nas ruas, as centenas de pessoas andando com máscaras hospitalares, enfim, algo que, isoladamente, causa estranheza, mas que, considerado em conjunto, passa a fazer sentido. Isso é Hong Kong!

Hong Kong é realmente surpreendente! A cidade, muitas vezes citada como a New York do Oriente, é cosmopolita, respira vida e agito, e é um super destino. Nós indicamos!

 


PS: Esse é o primeiro post de uma série de publicações sobre a ilha de Hong Kong. Fiquem de olho!

Camboja – Parte II

Camboja – Parte II

@ Por Patrícia, Cultura, Viagens

Chegamos em Siem Reap em uma tarde de sexta-feira – onde ficaríamos até a tarde do domingo -,  deixamos as coisas no hotel e fomos passear no centrinho da cidade. No meu caderninho de viagens, a primeira anotação que fiz sobre a minha impressão sobre a cidade foi: choque cultural. Aconselho a quem estiver planejando ou de malas prontas para conhecer Siem Reap pesquisar (e muito!) sobre o país.

O nosso motorista (sim, no hotel tínhamos direito a um motorista 24 horas – falarei já sobre esse detalhe) nos deixou nos arredores da Pub Street. Por lá, várias ruazinhas com restaurantes (nada requintados), bares, barraquinhas de sucos e de drinks, casas de massagem (no sentido literal) por uma pechincha e muitos, mas muitos, night markets (destaque para o Angkor Night Market e Siem Reap Night Market). Eu e o Alcimor fizemos uma ótima massagem khmer de 30 minutos por uma bagatela de USD 7,00 cada, em um local chamado Temple Massage. Antes de voltar para o hotel, uma paradinha para uma cerveja – quente – no Red Piano Bar (não tomei uma cerveja gelada por lá em toda nossa estadia).

No dia seguinte, acordamos cedinho, às 4:30 da manhã, em direção ao Angkor Wat, onde lá assistiríamos o nascer do sol por trás daquele templo de deixar qualquer um de queixo caído. Como tínhamos apenas um dia inteiro para conhecer os principais templos da cidade, compramos o Angkor Pass para apenas um dia, por USD 20,00, o que dava acesso a todo o complexo. Assistimos o belíssimo nascer do sol e, ao final, seguimos o que havíamos combinado com o nosso motorista: voltamos para o hotel pra tomar um baita café da manhã, descansar um pouco e voltar à peregrinação nos templos.

Às 9:00 AM, o nosso guia (um sobrevivente da matança do Khmer Vermelho) nos esperava na recepção do hotel para seguirmos, de novo, em direção ao Angkor Wat. O Angkor Wat nada mais é do que a maior construção religiosa do mundo! É impressionante a grandeza e a riqueza de detalhes daquele lugar. Foi construído em apenas 35 anos e é considerado a oitava maravilha do mundo.

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Camboja

Camboja

@ Por Patrícia, Cultura, Viagens

Chegamos no Camboja depois de cinco longos voos: Fortaleza – São Paulo – Frankfurt – Doha – Singapura – Siem Reap. Foram dois dias de viagem até Siem Reap, mas, super bem recompensados quando lá chegamos. Não me lembro de outro lugar ter me provocado tantas emoções e sensações diferentes como o Camboja. Fomos impactados pela história, pelo povo, cultura e pelo sofrimento daquela gente. Também não me recordo de já ter sido tão bem servida, chega a ser constrangedor a forma como somos tratados. É algo que parece ultrapassar a barreira da gentileza: eles nos servem como se fôssemos “amos”, e eles o fazem com a maior alegria e felicidade do mundo.

O povo cambojano é de uma simplicidade e tranquilidade sem tamanho. O sorriso no rosto daquela gente é algo que, com certeza, marcará toda e qualquer viagem de toda e qualquer pessoa que colocar os pés naquele país, principalmente, levando em consideração a tragédia por qual passou, recentemente, aquele povo.

Embora já tivesse tido contato com a história e cultura cambojana, através de pesquisas na internet, livros e documentários, nada como a experiência na vida real, não é? E quão surpreendente ela foi! Siem Reap que, ao contrário do que muitos pensam, não é a capital do país, tem templos magníficos, mas uma história recente bem triste.

Ainda que não houvéssemos sido “brifados” e ainda que não tivéssemos pesquisado sobre a história do Camboja, poderíamos intuir quão triste ela teria sido – como foi! – apenas pelo que os olhares que cruzaram com os nossos conseguiam comunicar, silenciosamente. O país esteve sob o domínio de uma sangrenta ditadura comunista, o Khmer Rouge (Khmer Vermelho, em que Khmer faz referência há uma antiga civilização que ocupou o mesmo território da, então, Indochina, e o vermelho à cor símbolo do comunismo); esteve ainda sob o domínio “semicolonial” do vizinho Vietnã, a tutelar os seus destinos após ter derrubado o regime comunista que ali se instalara. Até meados dos anos 90, quando finalmente recupera a sua soberania, viveu uma sangrenta guerra civil que dizimou quase um terço de sua população. Estima-se que mais de dois milhões de pessoas foram mortas nos campos de extermínio, o que, proporcionalmente, ao número de habitantes do país, pode ser considerada a maior matança de uma civilização em guerras na história.

Hoje, o país é considerado um dos mais pobres da Ásia. Pra ser ter uma pequena ideia, os cambojanos têm de ir ao mercado comprar frutas e verduras todos os dias pela manhã, pois em casa, grande parte deles, não tem energia, nem freezer e geladeira. A energia, por lá, é a base de gerador e, ainda assim, falta luz a todo instante.

Para não me estender muito e tornar a leitura cansativa, continuarei a tratar do Camboja, com a maior atração turística de Siem Reap – os templos, na próxima postagem. Voltem aqui pra conferir! 😉

De malas prontas pra Ásia

De malas prontas pra Ásia

@ Por Patrícia, Viagens

Doha é capital do Catar ou Qatar, país árabe localizado em uma península do Golfo Pérsico. O Catar é um emirado absolutista e hereditário comandado pela Casa de Thani desde meados do século XIX. Foi um protetorado britânico até ganhar a independência em 1971. Desde então, tornou-se um dos estados mais ricos da região, devido às receitas oriundas do petróleo e do gás natural (o país possui a terceira maior reserva mundial de gás). Antes da descoberta do petróleo, sua economia era baseada, principalmente, na extração de pérolas e no comércio marítimo. Em Doha, de fato, encontramos, ainda, resquícios e menções à antiga economia, seja nos barquinhos tradicionais espalhados pelo porto, seja nas estátuas de conchas e pérolas espalhadas pela cidade. Dos 1,9 milhões de habitantes, apenas 250 mil são nativos da região, o restante estrangeiros, principalmente indianos. A religião oficial é o islamismo e muito dificilmente encontraremos homens e mulheres sem o traje oficial, burcas pretas para mulheres e túnicas brancas para os homens. A bebida alcoólica, por lá, é proibida por lei, então nem pense que você vai tomar um choppinho em qualquer lugar naquele calorzão. As bebidas só são permitidas nos restaurantes e bares dos hotéis, bem como no complexo The Pearl, um aterro com shoppings, restaurantes, hotéis, cafés e apartamentos residenciais. Infelizmente não tivemos tempo de visitar.

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