Phi Phi

Phi Phi

@ Por Patrícia, Viagens

No nosso quarto dia nas ilhas da Tailândia, partimos rumo à Phi Phi Island. Como eu disse no post anterior, acabamos fechando o passeio e o transfer para Phi Phi por uma agência que ficava em Railay Beach, ao invés de fecharmos pelo próprio hotel, o Rayavadee. Isso porquê os preços do hotel eram/são impraticáveis se comparados aos preços das agências que fazem esse serviço por fora. Lembrando que não nos locomovemos de long tail boat por lá – aqueles barcos de madeira, compridos, parecidos com as gôndolas, só que de motor – porque, além de demorar muito mais, eu enjôo e sou medrosa. Então, tanto os passeios, como o transfer de Railay Beach para Phi Phi, foram de speed boat. A viagem durou cerca de 50 minutos até o nosso hotel, o Zeavola.

Gente, aqui eu começo, salvo engano, a primeira reclamação de toda a (curta) história desse blog: o Zeavola. Tanto nas dezenas de blogs que pesquisei, como no booking.com, hoteis.com e tripadvisor, o Zeavola era tido como o melhor hotel da região de Phi Phi, sem exceção. Mas a nossa experiência por lá não foi das melhores. Éramos três casais e todos tivemos a mesmíssima opinião, principalmente, levando em consideração que tínhamos vindo do melhor hotel de todos (já tô repetitiva, né? mas é verdade, rs). Os quartos eram ok, a água do banheiro era salgada, a piscina era ruim (pequeníssima e sem bar :O) e o serviço era péssimo. A localização também não era das melhores, já que para irmos à Phi Phi Town tínhamos que ir de speed boat ou long tail boat. O que acabou inviabilizando a nossa ida à cidade à noite, pois tínhamos medo de enfrentar o mar, embora relativamente calmo, naquela escuridão. O ponto forte do hotel? A comida, essa sim, maravilhosa! Não vou ser injusta, né?

No dia seguinte fizemos um passeio de speed boat, mas, dessa vez, pelas ilhas de Phi Phi Island: Maya Bay, Viking Cave, Bamboo Island e Mosquito Island. Não fomos à Yong Ka Sen Bay (Praia dos Macacos), pois a maré estava cheia e eles estariam escondidos (uma pena!). E, mais uma vez, fechamos o passeio por fora do hotel, com um barqueiro, ali mesmo, na beira da praia, na noite anterior. Tivemos um medinho se, realmente, o barqueiro estaria lá na hora marcada do dia seguinte (as 6h da manhã), mas deu tudo certo: ele estava, pontualmente, lá. Nós é que nos atrasamos um tiquinho. E lá vamos nós…!

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